quarta-feira, 12 de novembro de 2008

12 de Novembro de 1991: o começo do fim!

Já lá vão 17 anos desde que as imagens gravadas por "Mad" Max (Max Stahl: obrigado!) no cemitério de Santa Cruz chocaram o mundo. Afinal, lá longe, havia quem lutasse pela independência e havia (muitos) que morriam por ela!

É um chavão e foi dito por quem não gostamos de recordar mas a verdade é que me vem à memória a frase "só temos de chorar os mortos se os vivos os não merecerem!" É evidente que qualquer morte é para chorar e aqueles (quantos?) que tombaram naquele dia serão sempre recordados.

Os locais e as pessoas:

Igreja de Motael
Campa de Sebastião Gomes no Cemitério de Santa Cruz, em Dili
Max Stahl: no local certo na hora certa e com a coragem q.b.

1 comentário:

Joana disse...

Os mortos ainda vão sendo recordados, mas até estas comemorações vão mudando e perdendo o seu significado.
Se nos anos passados este era um dia de velas acesas pela cidade, criando um ambiente mágico de homenagem aos mortos, este ano, talvez por causa do concerto musical, quase não se viam velas na cidade. Foi preciso dar várias voltas de carro para encontrar algumas. O próprio cemitério de Santa Cruz tinha apenas meia dúzia de velas e de pessoas.