Mostrar mensagens com a etiqueta política económica. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta política económica. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 28 de julho de 2009

Análise do FMI sobre a economia de Timor Leste

O Fundo Monetário I nternacional acaba de publicar dois documentos elaborados no âmbito da análise da economia nacional levada a cabo pela missão do Fundo realizada recentemente (3-16 de Junho/09) ao abrigo do Artº IV dos seus Estatutos.
Pode ver os referidos documentos na página de Timor Leste no site do Fundo. Abaixo está cópia da página em que se sintetizam algumas das principais informações económicas sobre o país.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Será verdade? É que se é...

O TLN (TimorLorosaeNação) dá conta de uma notícia publicada pelo jornal australiano The Australian sobre um relatório (não publicado) do Banco Mundial sobre Timor Leste. Os links para a notícia são os seguintes: TLN (em português) e The Australian (o original em inglês). A imagem abaixo, que deve clicar para a tornar legível, é da notícia original.



Esperemos que, dadas as considerações feitas, o Banco Mundial confirme ou infirme o teor da notícia --- nomeadamente publicando o alegado relatório. É que se ela corresponde à verdade nua e crua então "alguma coisa vai mal no reino da Dinamarca", tanto mais que são conhecidas as relações de grande proximidade profissional entre o Banco e o seu representante em Dili, António Franco, e a titular da pasta das Finanças, Emília Pires.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Reunião entre Timor Leste e os seus "parceiros de desenvolvimento"

No próximo dia 2 de Abril irá começar a próxima reunião entre Timor Leste e os seus "parceiros de desenvolvimento".
Será interessante ouvir/ler então o que quer o Governo quer os doadores têm para dizer sobre a evolução económica recente da economia e da política económica do país, particularmente tendo em atenção a necessidade de combinar os anseios por um desenvolvimento (rápido) com as limitações a este decorrentes quer das dificuldades estruturais do país --- nível baixo de formação dos recursos humanos, baixo nível de infraestruturação física, (excessiva) dependência do papel do Estado na economia devido ao ('fraquissíssimo', como diria um amigo meu...) sector privado --- quer das de natureza mais conjuntural --- como a adaptação das despesas públicas à queda (brutal) das estimativas de receitas do petróleo devido à baixa do preço médio deste no mercado internacional.

Esperemos para ver. Interessa paticularmente estar atento aos documentos emanados do governo mas também aos documentos provenientes dos "parceiros", em especial as organizações internacionais como o FMI e o Banco Mundial. Lidos nas linhas e nas entrelinhas poderão dar pistas interessantes para o futuro.

domingo, 11 de janeiro de 2009

"2008: o ano do escangalhamento das instituições do Estado"

Com o título "2008: O ANO DO ESCANGALHAMENTO DAS INSTITUIÇÕES DO ESTADO [1] foi divulgado há dias um texto da autoria do antigo Primeiro-Ministro Mari Alkatiri reunindo um conjunto de críticas às políticas que têm vindo a ser implementadas em diversos domínios pelo actual Governo.
Trata-se de uma peça de luta política e, como tal, entendo que, por princípio, não a devia comentar aqui. Além disso, como se anunciava como sendo um primeiro texto de um conjunto (de quantos?) não faria sentido estar a analisar a "parte" sem ter conhecimento do "todo".
Fico, por isso, à espera de mais.
Porém, deixo aqui apenas uma nota: sendo minha preocupação central a análise e a "tradução por miúdos" de medidas concretas de política económica , tenho tido sempre alguma preocupação em deixar igualmente sugestões do que poderiam ser alternativas concretas de política económica --- também elas susceptíveis de análise crítica, evidentemente --- baseadas naquilo que creio serem "são princípios de Economia e de Política Económica".
Ora, no texto de Mari Alkatiri há mais crítica do que sugestão de alternativas e por isso qualquer análise que se possa fazer do texto não poderá ter o mesmo "registo" que o que se tem feito até agora. Essa é uma das razões porque não comentei o texto referido no que de mais "económico" ele tem.
Sei que não é prática corrente em quase nenhum país do mundo que os partidos de oposição façam sugestões concretas, antes ficando-se muitas vezes pelo simples "bota abaixo" que só serve, muitas vezes, para confirmar o velho dito de que "não mata mas desmoraliza muito". As oposições em Portugal, por exemplo, são exímias nisto: só dizem mal mas não se lhes ouve uma só proposta concreta, o que contribui em boa parte para um certo ambiente de descrença que se vive entre nós. Parece só conhecerem o "pensamento negativo", não ajudando em nada a levantar a moral das hostes...
Era bom que em relação a determinados problemas concretos as oposições, em Timor ou noutro país qualquer, fossem mais "directas ao assunto" e dissessem que criticam esta medida ou aquela por "isto" e/ou por "aquilo" e que se fossem elas fariam "assim" ou "assado"...

Veremos se assim é nos próximos escritos de Mari Alkatiri. Nessa altura voltaremos ao assunto.