Fonte das informações: "site" do Banco Central de Timor Leste (www.bancocentral.tl), nomeadamente as estatístics monetárias coligidas pelo próprio BCTL.
quarta-feira, 27 de abril de 2016
domingo, 17 de abril de 2016
sexta-feira, 4 de março de 2016
Ainda a questão da competitividade externa de Timor Leste
O Banco Mundial, na sua publicação Doing business 2016 (https://openknowledge.worldbank.org/bitstream/handle/10986/22771/9781464806674.pdf?sequence=9&isAllowed=y ) apresenta os seguintes quadros síntese para Timor Leste, Indonésia, Camboja e Vietname. Interessante comparar os vaalores para cada país.
quarta-feira, 2 de março de 2016
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
Evolução mensal do saldo do Fundo Petrolífero, 2010-15
NOTA: valor do capital: eixo esquerdo; valor da variação mensal: eixo direito (os valores abaixo da linha verde são negativos, isto é, correspondem a diminuições do capital em relação ao mês anterior)
Estatísticas monetárias de Timor Leste, 2015
Estatísticas monetárias de Timor Leste: dados mensais dos activos.
Na terceira coluna os activos no exterior do Banco Central;
na quarta, idem da banca comercial;
na sétima, depósitos do Governo no Banco Central (igual à última coluna; nesta o sinal menos significa que se trata de uma 'dívida' do BCTL relativamente ao Governo);
na oitava coluna pode ver-se o total do crédito concedido ao sector privado e sua evolução ao longo do tempo (compare-se este valor com o da coluna 4, por exemplo).
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
Receitas fiscais em 2014 e 2015
Receitas do OGE de Timor Leste em 2014 e 2015.
Note-se na descida --- ainda que ligeira --- dos impostos sobre as mercadorias e na estagnação das receitas dos impostos sobre o rendimento. Estes valores, lidos isoladamente, podem suscitar a hipótese de a taxa de crescimento do PIB em 2015 relativamente a 2014 ser relativamente baixa.
A relativa estagnação dos gastos públicos pode ser interpretada no mesmo sentido.
Esta é uma hipótese que terá de ser confirmada ou infirmada com outros dados relativos à produção, por exemplo da agricultura.
domingo, 17 de janeiro de 2016
domingo, 6 de dezembro de 2015
A produção de energia em Timor Leste
Sempre tivemos interesse no acompanhamento da produção de energia eléctrica em Timor Leste. Por exemplo, já em 2009 abordávamos aqui o assunto: http://economia-tl.blogspot.com/2009/11/energia-em-timor-leste.html.
Nomeadamente, sempre nos questionámos sobre a possibilidade de se escolher uma estratégia para o sector que fosse menos dependente do petróleo e maior utilizadora de energia renovável como é aa hídrica, cuja fonte é uma oferta do bom Deus e que por isso "não se paga! não se paga!".
Daí que nos tenha interessado desde sempre a possível utilização do potencial energético do rio de Iralalara, em Lautém. Nomeadamente, sempre nos interessou a possível combinação da utilização desta potencial fonte de energia (estimada em 28 MW) com a de outras fontes, nomeadamente as centrais eléctricas que vieram a ser contruídas na costa norte (Hera, 120 MW) e na costa sul (Betano, 135 MW). Ou, melhor, uma estratégia que juntasse inicialmente uma central térmica (Hera) e a hidroeléctrica (Iralalara) e, num segundo momento --- quando necessária ---, a expansão da primeira com aumento da capacidade de produção de Hera (?) e/ou a construção da de Betano --- já agora: era mesmo necessário separar geograficamente a produção em dois polos em vez de a concentrar num só? Pergunta de ignorante!.
Para reflexão sobre o tema aqui ficam algumas referências bibliográficas (quem sugere mais?):
1 - http://economia-tl.blogspot.com/2009/11/energia-em-timor-leste.html
2 - https://www.google.tl/search?q=ira+lalara&oq=ira+lalara&aqs=chrome..69i57.10307j0j4&sourceid=chrome&es_sm=93&ie=UTF-8#q=iralalara+energy
3 - http://www.dfdl.com/images/stories/Articles/Thailand/DFDL_Article_The_future_of_hydropower_development_in_Timor_Leste_Walter_Heiser.pdf
4 - http://www.adb.org/sites/default/files/publication/29761/power-sector-plan-timor-leste.pdf
Nomeadamente, sempre nos questionámos sobre a possibilidade de se escolher uma estratégia para o sector que fosse menos dependente do petróleo e maior utilizadora de energia renovável como é aa hídrica, cuja fonte é uma oferta do bom Deus e que por isso "não se paga! não se paga!".
Daí que nos tenha interessado desde sempre a possível utilização do potencial energético do rio de Iralalara, em Lautém. Nomeadamente, sempre nos interessou a possível combinação da utilização desta potencial fonte de energia (estimada em 28 MW) com a de outras fontes, nomeadamente as centrais eléctricas que vieram a ser contruídas na costa norte (Hera, 120 MW) e na costa sul (Betano, 135 MW). Ou, melhor, uma estratégia que juntasse inicialmente uma central térmica (Hera) e a hidroeléctrica (Iralalara) e, num segundo momento --- quando necessária ---, a expansão da primeira com aumento da capacidade de produção de Hera (?) e/ou a construção da de Betano --- já agora: era mesmo necessário separar geograficamente a produção em dois polos em vez de a concentrar num só? Pergunta de ignorante!.
Para reflexão sobre o tema aqui ficam algumas referências bibliográficas (quem sugere mais?):
1 - http://economia-tl.blogspot.com/2009/11/energia-em-timor-leste.html
2 - https://www.google.tl/search?q=ira+lalara&oq=ira+lalara&aqs=chrome..69i57.10307j0j4&sourceid=chrome&es_sm=93&ie=UTF-8#q=iralalara+energy
3 - http://www.dfdl.com/images/stories/Articles/Thailand/DFDL_Article_The_future_of_hydropower_development_in_Timor_Leste_Walter_Heiser.pdf
4 - http://www.adb.org/sites/default/files/publication/29761/power-sector-plan-timor-leste.pdf
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Execução do OGE15 em 30NOV15 e dados do OGE16
Execuçãao orçamental das rubricas da categoria "Bens e serviços" e dos sub-programas do Fundo de Infraestruturas em 30 de Novembro passado. A vermelho os dados do OGE16 para efeitos de comparação com os do OGE15 e da execução orçamental naquela data.
Para efeitos de facilidade de leitura omitiram-se alguns dados de menor importância.
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